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Evento tem como destaque na programação de hoje, ópera montada em Portugal

O espetáculo “A Rainha Louca”, do compositor português Alexandre Delgado, será a primeira ópera a ser apresentada no Festival Internacional de Música do Pará, evento realizado pelo Governo do Estado, por meio Fundação Carlos Gomes, até o próximo domingo em seis espaços da capital paraense. A programação, que foi aberta ontem (5), no Theatro da Paz, terá pela primeira vez este tipo de espetáculo na programação. A montagem será apresentada em três récitas, hoje e nos dias 8 e 10 de junho, sempre às 18 horas, na Igreja Santo Alexandre, localizada na cidade velha, em Belém. Todas as apresentações terão entrada gratuita.

“A Rainha Louca” é a segunda ópera do compositor português Alexandre Delgado, que também é autor do libreto, escrito a partir da peça de Miguel Rovisco “O Tempo Feminino”. O espetáculo estreou em Lisboa no ano de 2011 e é inspirado na figura trágica da rainha D. Maria I, de Portugal. Mulher culta e sensível, ficou conhecida pelo apelido de “A Piedosa”, devido à sua extrema devoção religiosa.

O compositor situa a ópera no reinado de D. Maria I, filha de D. José, que morreu louca no Rio de Janeiro, e que entre outras obras, mandou edificar as Basílicas da Estrela, em Lisboa; de Santa Quitéria de Meca, em Alenquer, e foi responsável pela criação da Academia das Ciências e da Biblioteca Nacional, que promoveu a primeira expedição científica à Amazônia.

Dividida em dois atos, a ópera conta com um elenco exclusivamente feminino, formado pelas cantoras líricas Ana Ester Neves, Ana Paula Russo, Maria Teresa Menezes e Suzana Teixeira, que serão acompanhadas pela Orquestra de Câmara Toy Ensemble, formada por músicos portugueses.

É uma ópera que visita os fantasmas da mente humana ao som de um século XVIII imaginário. D. Maria I é a rainha louca, enclausurada num mundo de sonho e demência, por entre ecos da Revolução Francesa e do início da derrocada do Antigo Regime. Cômica, trágica e comovente, essa rainha “que deixou de o ser” foi encarnada de forma inesquecível pela atriz Fernanda Alves na estreia da peça de Rovisco no Teatro Nacional D. Maria II. Já na versão operística, foi encarnada pela soprano Ana Ester Neves no Centro Cultural de Belém, em Portugal.

É a primeira vez que o espetáculo é apresentado na capital paraense dentro da programação do Festival Internacional de Música, como uma forma de homenagear diretamente os 400 anos de Belém. A montagem na Amazônia terá a participação de cantores líricos que integram o Núcleo de Ópera do Instituto Carlos Gomes e bailarinos de companhias de dança da

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cidade.

Esta ópera é a segunda da Trilogia da

Loucura de Alexandre Delgado, iniciada com O Doido e a Morte, ópera de câmara estreada no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa em 1994. Levada

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à cena no Theater Am Halleschen Ufer, em Berlim em 1996, a primeira ópera da trilogia teve a sua sexta produção no Teatro de Almada, em 2014.

A programação de hoje terá, ainda, às 19h30, o lançamento do livro “Feliz Lusitânia ou a Belém da Saudade”, de autoria do ex-consul de Portugal em Belém, Dr José Manuel Castro Santiago. O lançamento da publicação será na Galeria Fidanza, no Museu de Arte Sacra, e é uma parceria do Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Fundação Carlos Gomes, conjuntamente com o Vice-Consulado de Portugal em Belém e o Conselho da Comunidade Luso-Brasileira do Pará. Ao final, haverá programação musical com o Andaluz Trio.

 

 

Serviço:

XXIX Festival Internacional de Música do Pará – Ópera “A Rainha Louca”

Data: hoje e nos dias 8 e 10 de Junho

Hora: 18 horas

Local: Igreja de Santo Alexandre – Cidade Velha (Belém)